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Você sabe de onde vem a sua roupa?

 

 

Estava lendo uma matéria bem interessante da personal stylist Danyla Borobia que também é psicóloga e diretora de consultoria Divã do Estilo e percebi que temos muitas coisas em comum. Como por exemplo viver em uma era de fast fashion, na qual tudo é descartável. E como sempre, vale uma reflexão antes de adquirirmos aquela peça tão propagada em mídias, blogs de moda, e-commerce, novelas e por aí afora. 

É importante lembrar que muitas pessoas não têm o costume de olhar a etiqueta das roupas, não sabem a procedência, sua composição e os cuidados na hora da manutenção.  A ideia não é fazer as pessoas pararem de comprar, mas sim realizar compras conscientes, levantar questões antes de sair comprando tudo pela frente como se fosse uma terapia. Não é de hoje que vemos em jornais, sites e até mesmo aplicativos de smartphones problemas de trabalho escravo e trabalho análogo nas confecções de roupas de grandes marcas espalhadas no mundo inteiro.

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O interessante é pensarmos que existe uma maneira de mudar tudo isso. Leva tempo, pois as grandes maquinas do setor têxtil estão com metas de crescimentos altíssimas e na corrida para alcançá-los antes do esperado, então é aí que nós como consumidores podemos fazer a diferença, basta escolher se vamos continuar consumindo loucamente ou com mais consciência.

Para a personal em questão - e eu concordo, os primeiros passos são os questionamentos internos e, claro, também nas lojas. O ideal é sempre olhar a etiqueta da roupa, ver qual a procedência e dar preferência para as que são fabricadas em nosso país, em nossa cidade e até mesmo em nosso bairro. Pensar em incentivar a produção local da sua cidade, ajudar famílias de artesãos e de costureiras que fazem roupas sob medida seguindo a tendência demi-couture (roupas de excelente qualidade feitas sob medida e com um toque da sua personalidade), fazendo com que essa peça tenha mais tempo de vida no seu guarda-roupas.

Pensemos assim: cada peça de roupa deve combinar com pelo menos três outras peças e não vale somente calça jeans ou regatinha branca, tem que combinar com outras peças incríveis do seu armário, como vestidos, saias, blazers, tops, botas, meia-calça, por exemplo. Dessa forma, é possível adquirir somente o necessário e o que vai deixar o look incrível.
 
O importante é criarmos consciência dos impactos sociais e ambientais que esse mercado descartável vem causando e tentar mudar, mesmo que seja aos poucos, criando esse movimento e expandindo para os amigos e familiares. Sim, nós podemos, amigas!

Saiba mais: www.divadoestilo.com.br

Ótimo fim de semana!botao voltar Bju bju.

Cal Branco

Quem sou eu? Sou Cal Branco, mineira, filha caçula, pedagoga por formação e adoro Inventar  moda.  Amo incondicionalmente Deus, minha família, meu namorado e minha inseparável e divertida cachorrinha Millu. Aqui neste espaço  compartilho um pouco de todo este universo que me cerca e divido minhas ideias de Moda e Educação.

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